Recuperando a forma, a função e a harmonia do olhar
As pálpebras não têm apenas um papel estético — elas protegem e lubrificam os olhos, essenciais para a visão e o conforto ocular.
A cirurgia palpebral reconstrutiva é indicada quando há alterações causadas por traumas, tumores, cicatrizes ou deformidades congênitas, devolvendo função, simetria e aparência natural às pálpebras.
Quando a reconstrução é necessária
A reconstrução palpebral pode ser necessária em diversas situações, como:
- Remoção de tumores (benignos ou malignos) da pálpebra
- Traumas (acidentes, lacerações, queimaduras)
- Deformidades após cirurgias anteriores
- Doenças inflamatórias ou cicatriciais que alteram a forma da pálpebra
- Malformações congênitas
Em todos esses casos, o objetivo é restaurar a anatomia normal da pálpebra e garantir a proteção ocular adequada.
A técnica cirúrgica
Cada caso é planejado individualmente. O cirurgião utiliza técnicas de reposição tecidual e retalhos locais, aproveitando a própria pele e estruturas da região periocular para preservar a naturalidade.
A cirurgia é realizada, na maioria dos casos, sob anestesia local e sedação em ambiente adequado ao porte anestésico.
O tipo de reconstrução depende da extensão do defeito:
- Pequenos defeitos: fechamento direto com suturas delicadas
- Defeitos moderados: uso de retalhos locais da pálpebra ou da região vizinha
- Defeitos extensos: enxertos de pele e mucosa, garantindo boa função e estética
Função e estética caminhando juntas
A reconstrução palpebral busca equilíbrio entre forma e função.
Além de restaurar o conforto ocular e o fechamento completo dos olhos, ela também devolve simetria e harmonia facial, preservando a expressão do paciente.