Em cada pálpebra, uma moldura. Em cada olhar, a expressão da beleza da alma.

Dr. Giancarlo Simionatto
Médico Oftalmologista
CRM-SC: 8710 RQE: 6776
A busca constante pela excelência, aliando tecnologia de ponta e experiência clínica e cirúrgica, é o nosso compromisso permanente.

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SOBRE nÓS

Dr. Giancarlo Simionatto

CRM/SC: 8710 | RQE: 6776
  • Formado em Medicina pela Fundação Universidade Regional de Blumenau
  • Especialização em Oftalmologia no Hospital de Olhos de Blumenau
  • Titulo de Especialista em Oftalmologia pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia e Associação Médica Brasileira
  • Especialização em Oculoplástica, Vias lacrimais e Órbita no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo - USP
  • Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Ocular - SBCPO
  • Membro da Sociedade Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa - BRASCRS
Especialidades

Procedimentos Cirúrgicos

Expertise em cirurgias oftamológicas e oculoplásticas

Blefaroplastia superior e Inferior

Blefaroplastia superior e Inferior com Laser de CO₂

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Cirurgia de Vias lacrimais

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Perguntas Frequentes

Suas Dúvidas Respondidas: Oftalmologia e Oculoplástica
Nesta seção, reunimos as perguntas mais frequentes sobre os procedimentos, tratamentos e cuidados relacionados à oftalmologia e oculoplástica. Nosso objetivo é fornecer informações claras e úteis para que você se sinta mais seguro(a) e bem informado(a) sobre sua saúde ocular.

Perguntas Gerais

A Oculoplástica é uma subespecialidade da Oftalmologia dedicada ao cuidado dos anexos oculares — estruturas que protegem e sustentam os olhos, como as lpebras, a região periocular, as vias lacrimais e a órbita.

Em outras palavras, a oculoplástica reúne técnicas reconstrutivas e estéticas voltadas para preservar a saúde ocular, proteger a visão e harmonizar o olhar.

Um Cirurgião Plástico Ocular é um médico oftalmologista que realizou um treinamento avançado e altamente especializado — chamado fellowship — em cirurgia plástica e reconstrutiva das delicadas áreas ao redor dos olhos.

Esse especialista realiza procedimentos que envolvem as lpebras, testa e sobrancelhas, bochechas (região média da face), canais lacrimais e as órbitas (ossos que protegem os olhos).

Por unir o conhecimento da saúde ocular à precisão da cirurgia plástica, o cirurgião plástico ocular é o profissional mais capacitado para cuidar tanto da função quanto da harmonia estética dos olhos e das estruturas ao seu redor — preservando a visão e realçando a beleza do olhar.

Não. A cirurgia de pálpebras (blefaroplastia) costuma ser muito bem tolerada e não causa dor significativa.
Durante o procedimento, é utilizada anestesia local, muitas vezes associada a sedação leve, o que garante total conforto.

No pós-operatório, é comum sentir apenas um leve desconforto ou sensação de peso, que melhora rapidamente com o uso de compressas frias e da medicação prescrita.
A maioria dos pacientes relata que o período de recuperação é tranquilo e indolor.

A blefaroplastia superior e inferior é um procedimento relativamente rápido.
Em média, a cirurgia leva de 1 hora e 30 minutos a 3 h, dependendo da complexidade e da técnica utilizada (convencional ou a laser) e de procedimentos associados necessários.

Por ser feita, na maioria dos casos, com anestesia local e sedação leve, o paciente retorna para casa no mesmo dia.
O tempo total na clínica, incluindo preparo, cirurgia e recuperação imediata, costuma ser de 3 a 6horas.

As cicatrizes da blefaroplastia são posicionadas em locais estratégicos e discretos.

  • Na pálpebra superior, a incisão é feita no sulco natural da pele, ficando praticamente imperceptível quando o olho está aberto.
  • Na pálpebra inferior, quando necessário, a incisão pode ser feita logo abaixo dos cílios, cerca de 1 a 2 mm abaixo,  ou, em alguns casos, por dentro da pálpebra (técnica transconjuntival), sem cicatriz visível na pele.

Com o tempo, as marcas tendem a ficar quase invisíveis.

A recuperação costuma ser rápida e tranquila.
Nos primeiros dias, é comum inchaço leve e pequenos hematomas, que melhoram entre 5 e 10 dias.
O uso de compressas frias, pomadas específicas e o repouso relativo ajudam a reduzir o desconforto.
Os pontos geralmente são removidos em cerca de 6 a 10 dias, e o resultado melhora progressivamente nas semanas seguintes.

Não existe uma idade exata — a indicação depende mais da flacidez, bolsas de gordura e excesso de pele do que da idade cronológica.
Algumas pessoas têm características hereditárias e se beneficiam da cirurgia já por volta dos 30 a 40 anos, enquanto outras só notam necessidade após os 50.
O importante é uma avaliação individualizada.

Os resultados da blefaroplastia são duradouros, mas o processo natural de envelhecimento da pele continua.
Em geral, os benefícios se mantêm por 8 a 10  anos ou mais, dependendo de fatores como genética, cuidados com o sol e hábitos de vida.

Nos primeiros dias após a blefaroplastia, é importante dar descanso aos olhos.
O uso de computador, celular ou televisão pode ser feito, mas de forma moderada, evitando longos períodos de tela, pois os olhos podem ficar ressecados e cansados durante a recuperação.

Ao dirigir, recomenda-se esperar cerca de 3 a 5 dias, ou até que a visão esteja totalmente nítida e o inchaço tenha diminuído.
Enquanto houver sensação de peso, lacrimejamento ou visão turva, o ideal é não dirigir por segurança.

Em resumo: use as telas com moderação nos primeiros dias e retome as atividades visuais gradualmente, conforme o conforto e as orientações do seu médico.

Sim. Um leve inchaço é esperado após a blefaroplastia — faz parte natural do processo de cicatrização e recuperação.

O inchaço costuma ser mais intenso nos primeiros 3 dias, diminuindo gradualmente ao longo da primeira semana. Em cerca de 10 a 14 dias, a maioria dos pacientes já se sente confortável para retornar às atividades habituais.

Usar compressas frias, manter a cabeça elevada ao dormir e seguir corretamente as orientações médicas ajudam a reduzir o inchaço mais rapidamente.
O resultado final, com aspecto natural e definido, aparece entre um e três meses, conforme o organismo se recupera completamente.

A maioria dos pacientes retorna ao trabalho em 5 a 7 dias, dependendo da recuperação individual.
Atividades físicas leves podem ser retomadas após duas semanas, e exercícios mais intensos após três a quatro semanas.
Evitar esforço precoce ajuda a prevenir inchaço e hematomas.

A maquiagem nas pálpebras deve ser evitada até que a pele esteja completamente cicatrizada, o que costuma acontecer entre 10 e 14 dias após a cirurgia.

Antes desse período, a região ainda está sensível e o uso de produtos pode irritar a pele ou aumentar o risco de infecção.
Assim que os pontos forem retirados e a cicatrização estiver estável, o médico libera o uso de maquiagens leves e hipoalergênicas, sempre com higiene adequada dos pincéis e esponjas.

Mesmo após a liberação, o ideal é evitar maquiagens pesadas nas primeiras semanas e remover tudo com suavidade, sem atrito sobre as pálpebras.

Não. A maioria das blefaroplastias é realizada com anestesia local e sedação leve, o que garante conforto e segurança.
O paciente permanece acordado, porém relaxado e sem dor.
A anestesia geral é reservada apenas para casos combinados com outros procedimentos maiores.

Sim. Em muitos casos, essa associação é recomendada para um resultado mais completo e natural.
O lifting de supercílios corrige a queda da sobrancelha, enquanto a blefaroplastia trata o excesso de pele e as bolsas das pálpebras.
Feitos juntos, proporcionam harmonia no terço superior da face, mantendo a expressão leve e rejuvenescida.

Não. A maioria das blefaroplastias é realizada com anestesia local e sedação leve, o que garante conforto e segurança.
O paciente permanece acordado, porém relaxado e sem dor.
A anestesia geral é reservada apenas para casos combinados com outros procedimentos maiores.

A blefaroplastia é uma cirurgia segura e muito procurada, mas, como qualquer procedimento médico, exige cuidado e experiência.
Embora pareça simples, ela envolve estruturas delicadas das pálpebras, que precisam ser tratadas com precisão para manter o olhar natural e saudável.

Como em qualquer procedimento cirúrgico, podem existir riscos raros, como:

  • Inchaço prolongado ou hematomas;
  • Infecção ou irritação local;
  • Assimetria temporária durante a cicatrização;
  • Ressecamento ocular nos primeiros dias;
  • Em casos muito incomuns, alterações na abertura ou fechamento das pálpebras, geralmente reversíveis com tratamento adequado.

Sim. A blefaroplastia a laser de CO₂ é uma técnica moderna em que o laser substitui o bisturi.
Ele permite cortes mais precisos, menor sangramento, menos inchaço e uma cicatrização mais rápida.
O resultado é semelhante ao da técnica convencional, mas com recuperação mais confortável e previsível.

Não. A blefaroplastia a laser de CO₂ é realizada com anestesia local e, em muitos casos, sedação leve, proporcionando total conforto durante o procedimento.

O laser substitui o bisturi, permitindo cortes muito precisos e delicados, com menos sangramento e menor inchaço.
Após a cirurgia, pode haver uma sensação leve de ardor ou calor, semelhante a uma leve queimadura solar, que melhora rapidamente com o uso das pomadas e compressas indicadas.

A maioria dos pacientes considera o procedimento indolor e de recuperação mais rápida em comparação às técnicas tradicionais.

Durante o procedimento, o resurfacing com laser de CO₂ é bem tolerado, pois é realizado com anestesia tópica (creme anestésico) e, em alguns casos, sedação leve. Isso faz que o paciente não sinta tanta dor durante a aplicação.

Após o procedimento, é comum sentir uma sensação de calor, ardor ou leve queimação, parecida com uma exposição solar intensa. Esses sintomas duram poucas horas ( de 1 a 3h em média) e são controlados com compressas frias e pomadas calmantes indicadas pelo médico.

A recuperação costuma ser tranquila, e o desconforto diminui progressivamente nos primeiros dias, à medida que a pele se regenera

Não. A maioria das blefaroplastias é realizada com anestesia local e sedação leve, o que garante conforto e segurança.
O paciente permanece acordado, porém relaxado e sem dor.
A anestesia geral é reservada apenas para casos combinados com outros procedimentos maiores.

Retorno ao trabalho:
Na maioria dos casos, o paciente pode retomar as atividades leves em 5 a 7 dias, quando a vermelhidão e o inchaço já diminuíram. Em tratamentos mais profundos, esse período pode chegar a 10 dias.

Maquiagem:
A maquiagem leve (como corretivo ou base hipoalergênica) pode ser usada após cerca de 7 a 10 dias, assim que a pele estiver completamente reepitelizada e sem crostas. O ideal é usar produtos não comedogênicos e suaves, indicados pelo médico.

Exposição solar:
É fundamental evitar o sol direto por pelo menos 30 dias, usando protetor solar de amplo espectro diariamente, mesmo em ambientes internos.
A exposição precoce pode causar manchas e comprometer o resultado estético. Após o primeiro mês, a proteção solar deve continuar como bito permanente.

O laser de CO₂ fracionado é uma tecnologia muito eficaz para rejuvenescimento da pele e da região ao redor dos olhos, ajudando a suavizar rugas, manchas e flacidez.
No entanto, ele não é igual para todos os tipos de pele: pessoas com peles mais claras costumam ter menor risco de manchas ou escurecimento temporário, enquanto peles morenas e mais pigmentadas (como boa parte dos brasileiros) exigem ajustes específicos de energia e cuidados rigorosos no preparo e na recuperação.

Com o uso correto de parâmetros, protetores oculares e cremes clareadores antes e depois do tratamento, o laser de CO₂ pode ser seguro e oferecer ótimos resultados em praticamente todos os tons de pele — desde que feito por um profissional habilitado e experiente.

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